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Star Wars Rogue One

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Deadpool vs Avengers

Pessoas que lêem são os melhores perfis para se apaixonar

Não é novidade que os livros são um diamante para o seu cérebro. Embarcar em páginas, palavras e imaginação é o melhor presente que você pode dar à sua mente. O hábito da leitura pode trazer mudanças significativas para a sua inteligência, seu estado de ânimo e a sua bagagem cultural.

Durante a leitura, é possível encontrar respostas para os anseios que permeiam a sociedade, viver histórias e ir a lugares nunca antes imaginados. É também uma ótima maneira de melhorar a habilidade comunicativa e ficar mais articulado, considerando que ler é uma forma de estarmos em contato com novas palavras, praticando o uso correto da gramática e desenvolvendo a memória.

Sendo assim, não há como ir contra a ideia de que conversar com quem gosta de ler pode ser muito mais interessante. É bastante comum, em um primeiro momento, não nos sentirmos atraídos por alguém, mas depois de uma boa conversa tudo mudar e… a pessoa se tornar mais atraente.

Isso acontece porque a inteligência é algo que nos atrai e existem até estudos científicos que provam que as pessoas que leem são os melhores tipos para se apaixonar. De acordo com uma pesquisa da Universidade de York, no Canadá, pessoas que gostam de ler ficção têm maior capacidade de sentir empatia e desenvolver o que chamam de “Teoria da Mente”.

A “Teoria da Mente” é a habilidade de conseguir entender e aceitar diferentes opiniões, crenças e interesses. Segundo os pesquisadores, os leitores têm essa habilidade mais desenvolvida porque conseguem vivenciar as situações por outros olhos: os olhos dos personagens de seus livros.

A escritora americana Lauren Martin publicou um artigo sobre esse assunto, chamado Why Readers, Scientifically, Are The Best People To Fall In Love With”. Confira abaixo os argumentos que ela usa para explicar essa tese:

Eles não vão falar com você. Eles vão conversar com você. De acordo com o artigo, os leitores escreverão cartas e versos. Como eles conseguem escrever melhor e se expressar melhor, não dão respostas simples, mas apresentam pensamentos profundos e teorias intensas.

Eles não apenas te entendem. Eles te compreendem. Segundo o psicólogo David Comer Kidd, da New School for Social Research, “o que os autores fazem de maravilhoso é transformar você no escritor. Na literatura de ficção, a incompletude das personagens faz com que sua mente tente entender a mente de outros”. Desta forma, os leitores desenvolvem a capacidade da empatia e buscam entender diferentes pontos de vista.

Eles não são apenas inteligentes. São sábios. Quem não gosta de conversar com alguém cheio de assunto? Leitores não só adquirem mais sabedoria como também melhoram a memória e a capacidade de detectar padrões. Segundo a autora, “se você namora alguém que lê, então você também viverá milhares de vidas diferentes.”

Nota de esclarecimento!

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Dicas infalíveis para gostar de ler

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 Comece com séries ou best-sellers

Um best-seller só é muito vendido por um motivo: o público adora. Normalmente, eles agradam muita gente porque são tramas mais envolventes, ou até com a linguagem fácil e divertida. Que tal dar uma chance a eles? Podem ser sua porta de entrada para o gosto pela leitura. Assim, também, são as séries de livros, aquelas histórias contadas em mais de um volume. Normalmente, cada livro da série acaba deixando algo inacabado, que só vai ser resolvido no próximo livro (ou até no último), ou seja: nada melhor para atiçar sua vontade de devorar o próximo volume.

Leia inspirações ou adaptações

Adorou o último filme do Jogos Vorazes? Ficou viciado no game Diablo 3? Já pensou em ir atrás dos livros que foram inspiração, ou foram inspirados neles? Você provavelmente já sabe, mas as sagas Jogos Vorazes Divergente são baseadas em livros, assim como A culpa é das estrelas. Se você adorou os filmes, vá atrás dos livros: muita gente desperta o interesse na leitura desse jeito. Se você não é muito fã de filmes, mas adora games, a moda de escrever livros baseados nas histórias dos jogos está cada dia mais em alta. Nos últimos anos, títulos como Assassin’s CreedDiabloGod of War e Battlefield já ganharam suas adaptações literárias. Se você já adora o jogo, dobram as chances de querer ler o livro.

 Descubra seu gênero

Cada um tem o seu gosto. A questão está em descobrir qual é o seu. Talvez você não seja muito chegado em leitura justamente porque não fez essa descoberta ainda. Se você não gosta dos livros que a escola obriga a ler, não significa que você não vá se interessar por leitura em geral. Então, se seu estilo não é exatamente ler os clássicos, não se preocupe, há muitos e muitos outros gêneros literários: ficção científica, terror, suspense, romance, fantasia. Encontre o seu e divirta-se!

 Não insista se não estiver gostando

Como falei no item anterior, insistir em uma coisa que você obviamente não está gostando não ajuda em nada. Só vai fazer você sentir como se aquilo fosse uma obrigação, o que tira todo o prazer e a vontade de continuar. Por isso, se estiver achando aquele livro um saco, desista dele e parta para o próximo. Mas isso não significa, também, não gostar do primeiro parágrafo e já jogar o livro para o lado. Dê mais uma lida (um capítulo, pelo menos), porque alguns livros demoram para “engatar”. Se, mesmo assim, você não curtir, pode ir procurar o seguinte.

 Reserve um tempo diário para ler

Aqui, eu retomo o que disse no início do post: gostar de ler é treino, e, por isso, precisa de bastante empenho, dedicação e vontade. Se você quer gostar de ler, primeiro precisa fazer da leitura um hábito. Reserve algum tempo todos os dias para se dedicar àquele livro. Pode ser do jeito que você quiser: ler no ônibus; ler à noite, em casa; ler no intervalo das aulas; ler até no banheiro. O importante é fixar essa rotina e o tempo que você dedica a ela, seja meia hora, seja uma ou mais horas. Você também não deve desistir se ficar com preguiça, porque, como eu disse, esse é um exercício de persistência!

Eu garanto, o esforço vale a pena. Logo você poderá ser também um fanático pela (alerta de clichê) magia que é ler um livro. Vem amar ler com a gente! ❤

fonte: Guia do Estudante

 

“hormônio do amor”

A oxitocina é chamada assim por estar relacionada com algumas questões de relacionamento, comprometimento e formação de laços entre as pessoas.

Essa substância é produzida no hipotálamo, quando há algum tipo de intimidade física, incluindo a amamentação, para facilitar a criação de vínculo entre a mãe e o bebê. Mas se até agora esse hormônio parece estar ligado apenas ao amor, saiba que não é só nesse sentido que ele atua. A seguir, descubra mais propriedades dessa substância mágica:

Uma pesquisa recente descobriu que a oxitocina é capaz de inibir as regiões cerebrais relacionadas ao medo. Para chegar a essa conclusão, um grupo de pesquisadores realizou alguns testes, sendo que o primeiro deles consistia em mostrar imagens capazes de gerar medo em um grupo de pessoas – dessas imagens, 70% eram acompanhadas de um pequeno choque elétrico.

Em seguida, metade dos voluntários recebia uma dose de oxitocina por meio de um spray nasal e, então, viam as mesmas imagens, só que sem os choques. Aqueles que receberam a substância tinham menos medo do choque e as áreas cerebrais correspondentes ao medo eram menos ativas nesses indivíduos.

A oxitocina está relacionada com as lembranças que homens têm de suas mães durante a infância. Em homens que têm boas memórias de infância e com uma boa relação com suas mães, o hormônio acentua esse saudosismo e faz com que eles inclusive exagerem nesse amor maternal.

Já naqueles que não têm uma relação afetuosa com as mães, a presença do hormônio não altera o nível de relacionamento deles. Nesses voluntários, a substância ajudou a provocar uma sensação de mais desconforto ainda. Ou seja: o hormônio intensifica, nos homens, o carinho ou a falta dele com relação às suas mães.

Para o pesquisador Carsten de Dreu, da Universidade de Amsterdã, a oxitocina não é “uma molécula moral”. Ele diz isso porque realizou uma série de experimentos com o hormônio e percebeu que a presença dele faz com que as pessoas estejam mais propensas a mentir.

Em um desses experimentos os voluntários deveriam adivinhar qual lado (cara ou coroa) cairia virado para cima nas diversas vezes que algumas moedas eram jogadas para o alto. Quanto mais adivinhassem o resultado, mais dinheiro ganhariam. Uma vez que receberam doses do hormônio, os participantes começaram a mentir mais a respeito de seus palpites. Vixe!