velocidade da órbita dos planetas

Este GIF mostra uma representação da velocidade da órbita dos planetas em nosso Sistema Solar!

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Por que o céu é azul?

Quando a luz passa através de um prisma, seu espectro é dividido em sete cores monocromáticas, eis que surge um arco-íris de cores.

A atmosfera faz o mesmo papel do prisma, atuando onde os raios solares colidem com as moléculas de ar, água e poeira e são responsáveis pela dispersão do comprimento de onda azul da luz.

Campo elétrico

O campo elétrico é o campo de força provocado pela ação de cargas elétricas, (elétrons, prótons ou íons) ou por um sistemas delas. Cargas elétricas num campo elétrico estão sujeitas e provocam forças elétricas.

A fórmula para se calcular a intensidade de um campo elétrico (E) é dada pela relação entre a força elétrica (F) e a carga de prova (q):

E as unidades de campo elétrico se dão em:

Vale notar que um campo elétrico só pode ser detectado a partir da interação do mesmo com uma carga de prova. Caso não haja interação com a carga, podemos dizer que o campo não existe naquele local.

Quando o campo elétrico é criado em uma carga positiva ele, por convenção, terá um sentido de afastamento.

Quando o campo elétrico é criado em uma carga negativa ele, por convenção, terá um sentido de aproximação.

Pesquisador defende que nossa consciência é eterna

Um livro publicado pelo cientista Robert Lanza, abre novas perspectivas sobre nossa noção de vida e morte. Sua obra, chamada “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo”, sugere que a vida não acaba quando o corpo morre e poderia durar para sempre.

Lanza, especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company, também estuda física, mecânica quântica e astrofísica. A partir desta mistura de conhecimentos, ele formulou a teoria do biocentrismo, em que defende que a nossa consciência cria o Universo material e não o contrário.

Lanza acredita que o Universo parece conspirar para a existência da vida, o que significaria que a inteligência seria anterior ao Universo. Desta maneira, sua teoria sugere que não há morte da consciência. O há é apenas a morte do corpo, que seria um veículo físico desta consciência, que existe fora das restrições de tempo e espaço. Para adicionar mais ingredientes à polêmica teoria, Lanza, assim como vários pesquisadores, acredita que múltiplos universos (multi-universo) podem existir simultaneamente. Desta forma, o corpo poderia estar morto em um universo e continuar a existir em outro, absorvendo essa suposta consciência migratória. A consciência, ou pelo menos proto consciência, é teorizada por este grupo de pesquisadores como propriedade fundamental do Universo. “Em uma dessas experiências conscientes, comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade cerebral.”, diz Lanza.

De acordo com cientistas que pesquisam o assunto, as informações quânticas de nossa consciência estariam armazenadas em microtúbulos do nosso corpo. Quando morremos, esta informação não é destruída, mas distribuída e dissipada pelo Universo, ou em vários deles.

Fonte:

Du Universo

Teoria Especial da Relatividade de Einstein: o que é?

No começo do século 20, os cientistas – incluindo Einstein – estavam com um grande problema: explicar como as coisas podiam se mover.

Imagine a seguinte situação: você vê um gato se movendo para longe de Einstein. Mas, se você inverter essa trajetória, vai parecer que na verdade o cientistas está se movendo para longe do gato. Esse é o princípio antigo da teoria da relatividade.

A teoria especial da relatividade de Einstein

Antigo, pois ele contava apenas com os elementos variáveis, como a posição e a velocidade, mas não os absolutos, como a distância entre os dois elementos.

Aí entra a tão falada questão da velocidade da luz. Desde antes de Einstein, já se sabia que a velocidade da luz era uma grandeza absoluta, ou seja, independente de qualquer mudança de cenário.

Mas isso tornava impossível mostrar como as coisas se moviam, já que de uma forma ou de outra, apenas a luz se movia.

A teoria especial da relatividade de Einstein veio com a ideia de que o tempo não é absoluto, mas relativo. Com isso, nós podemos “mover o tempo”, sem alterar a velocidade da luz e ainda comprovar o movimento.

Esse princípio não foi descoberto por Einstein, mas por Lorentz, que imaginou que isso era uma “pegadinha matemática”. Foi Einstein quem deu “vida” à ideia, afirmando que sim, o tempo é relativo e situações simultâneas são diferentes para um observador que está parado e outro que está em movimento.

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Princípio da Incerteza

incerteza

Formulado em 1927 pelo físico alemão Werner Heisenberg, o princípio seria uma das consequências da Mecânica Quântica e se refere à precisão máxima em que seria possível medir a localização e a velocidade de uma partícula subatômica.

Há dois fatores por trás da incerteza apontada pelo princípio: o primeiro é o de que a simples medição de algo (no caso, uma partícula) já afeta este objeto; o segundo é o fato de que o mundo quântico não é “concreto”, mas baseado em probabilidades, dificultando a medição do estado de uma partícula.

Teoria das Cordas

Essa teoria (que, por sinal, é estudada pelo personagem Sheldon Cooper, no seriado The Big Bang Theory) sugere que partículas não são pequenos pontos, mas dobras em objetos unidimensionais similares a cordas. A diferença entre as partículas seria a frequência com que as cordas vibram.

A Teoria das Cordas é uma tentativa de conciliar a Física Quântica e a Teoria Geral da Relatividade, além de uma possível base para a hipotética “Teoria do Tudo”, que, supostamente, será capaz de unir todos os conceitos físicos e explicar o universo.