Descubra porque o galo é o símbolo da publicidade e propaganda

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Anunciar antes dos demais concorrentes e estar em primeiro lugar é o que o publicitário faz de melhor. Com o galo não poderia ser diferente, pois ele é o primeiro anunciante da manhã avisando a todos que o dia está prestes a começar.

O galo é a representação perfeita do comunicólogo publicitário, sendo por décadas ele o maior propagandista do reino animal.

Revelar tendências, trazer um produto/marca/cliente à tona de forma eficiente e criativa é algo que nós publicitários precisamos fazer diariamente. Muito mais do que apenas comunicar, precisamos aprender a pensar como o galo.

Acordar cedo, trabalhar todos os dias sem trégua e ser dedicado são outras das referências que podemos pensar e aplicar em nossas carreiras.

E você? Concorda com essa definição? Se pudesse escolhe, qual seria o animal que iria representar o curso de publicidade e propaganda?

Fonte: Publicitários Criativos

VERDADEIRAS IDENTIDADES DE PERSONAGENS FAMOSOS

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DOIS TIPOS DE PESSOAS NO MUNDO

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Our shop is now open

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happy back to the future day

Ilustrador: João Rocha

CARTAZES DE FILMES EM ILUSTRAÇÕES 8-BIT POR ERIC PALMER

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DIA DO DESIGNER

10 maneiras de se tornar um melhor designer

1. Crie uma biblioteca de referência

É sempre bom ter referências boas e ruins. Sempre que consigo colocar as mãos em algum pedaço de papel tento guardá-lo, seja um cartão de visitas ou um flyer. Por que é útil? Por um motivo simples: você terá em mãos um rápido manual do que pode ser feito em impressão (e o mais importante, do que não pode ser feito). Com uma biblioteca de flyers, por exemplo, se algum dia você for contratado pra fazer um, já é possível conferir o que já foi feito antes e o que é interessante e quem sabe utilizar essas referências como fonte de inspiração.

2. Faça pesquisas, nem que sejam mínimas

Embora o mercado atual seja bem corrido, e logo logo notamos que não há espaço para corrermos atrás de painéis de semântica, pesquisa de mercado, etc. Mas pesquisar algo para um projeto de design é essencial. Muitas vezes, um bom briefing com um cliente pode responder muitas questões que você possa ter em aberto e salvá-lo de fazer pesquisas de campo. Claro que se nem o cliente sabe muito sobre sua empresa, digamos que talvez não seja lá uma boa idéia trabalhar com quem não sabe o que faz. Faça brainstormings ou mind-mappings rápidos, nem que seja num guardanapo.Pesquisas são importantíssimas, mesmo quando o tempo é apertadíssimo.

3. Conheça-te a ti mesmo

Pode parecer uma piração sócrateana, mas isso é importante. Saiba quais são suas limitações de antemão. Se o cliente quer um site inteiro em Flash e você não souber como mexer nesse programa, não espere aprender todo o necessário em dois dias. Diga logo de cara que você não têm o conhecimento para isso. É melhor perder um cliente honestamente do que aceitar o trabalho e entregar o produto com quatro meses de atraso e gerando prejuízo para todos. Não tenha medo em admitir que não sabe fazer algo. O mais importante é não dar falsas esperanças ao cliente apenas para no final ele pensar “meu Deus, esse designer só me enrolou até agora”.

4. Conheça ao teu trabalho

Um designer que não entende o trabalho que lhe foi designado é tão útil quanto um burro-de-carga sem pernas: ninguém vai a lugar algum. Você precisa entender o que seu cliente quer e como ele o quer. Se você vai fornecer soluções, você precisa saber as necessidades. E muitas vezes seu cliente não vai lhe dar todas as informações que você poderia ter, por isso a importância de uma pesquisa. Saiba o que você está fazendo e por que você está fazendo, não só pra quem você está fazendo.

5. Conheça a quem você faz design

Embora sempre fale-se de cliente isso, cliente aquilo, é necessário entender que o produto final não vai ser para seu cliente, mas para os clientes dele: o público geral. Se seu cliente não gostar de algo que você fez, justifique-se e explique porque você fez desta maneira, e enfatize o público geral. Mas não é só lembrar seu cliente que o design é pro público, é preciso lembrar a si mesmo que é para um público maior. Logo, se o público geral do seu cliente são jovens de 15 a 18 anos, uma linguagem formal demais pode ser inapropriada embora seja apropriada para seu cliente, que pode ter uma idade de 40 a 50 anos. O que seu cliente gosta pode não ser o que os clientes dele gostam.

6. Não tente criar uma obra de arte

Essa é difícil para muitos designers: somos perfeccionistas natos, queremos algo que vamos olhar e dizer “Nossa…esse com certeza vai para meu portfólio”. Mas muitas vezes clientes discordam e precisamos fazer algo que eles achem bom. Lembre-se que você fornece soluções para seu cliente, e seu objetivo não é criar algo para seu portfólio mas algo para solucionar o problema dele.

7. Receba opiniões

É importante um designer receber opiniões referentes ao seu trabalho. Para sites e produtos que envolvam interação com um usuário, quem sabe não seja interessante pegar alguém sem muito conhecimento em navegação para internet para testar se seu produto é usável – o famoso teste de usabilidade. Pergunte a opinião de outros designers também. Se eles não gostarem, justifique suas escolhas. Se eles repensarem sua opinião, ótimo. Caso contrário, talvez você realmente deva alterar alguma coisa.

8. Dê umas voltas

Especialmente útil quando você tiver um bloqueio mental. Se algo te incomoda, se você está preso entre duas opções ou se você simplesmente não sabe o que fazer, vá dar umas voltas. Saia do escritório ou de sua casa, dê umas voltas pela quadra, observe o mundo ao seu redor. Note as coisas pequenas: a textura do concreto da escada, a tinta escorrendo daquela pixação no muro, etc. Distraia sua mente. Quando você voltar ao trabalho, sua mente estará refrescada e pronto para agir.

9. Desafie-se

Tente se surpreender. Se você têm uma idéia mas que parece arriscada, tente de qualquer maneira.Pode ser que sua idéia seja algo extremamente inovativo nunca tentado antes e você vire milionário. Daí você vai lembrar deste site e vai sentir vontadezinha de doar um pouquinho do dinheiro, né?

10. Ame design

Não existe nada melhor que um profissional que ama seu trabalho. Isso reflete na qualidade dos seus trabalhos e reflete nos seus clientes. Se você entrou nesse ramo odiando cada segundo, honestamente, por que continuar aqui? Um designer não só trabalha com design, mas respira design, vive design. E quando seu cliente ver sua paixão pelo design, ele será contagiado também. E os clientes dele também serão. Amor é contagioso, portanto ame ao máximo. Você só têm a ganhar.

11. (Bônus) Estude design

Afinal de contas, do que adianta ser apaixonado e saber tudo sobre Photoshop, Corel Draw e Illustrator mas não entender nada sobre gestalt, teoria da cor e princípios básicos do design? Existem milhares de cursos aí por fora que ensinam você a ser designer focando apenas em software. Não acredite neles! Design não é só mexer em software, design não é só desenhar. Design é encontrar soluções para viabilizar um produto, agregar valor a uma marca e aumentar lucros para seu cliente.

Doodles do Google para as Olimpíadas do Rio 2016

 Foi essa a missão dada ao designer e ilustrador Leo Natsume, que criou uma proposta de projeto para o Google, que inclui algumas ilustrações e animações, conceito de doodles para os jogos mobile para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.doodles-google-olimpiadas-rio-2016-leo-natsume-2doodles-google-olimpiadas-rio-2016-leo-natsume-4

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Confira mais detalhes sobre o projeto aqui.